
Recair então? Nem se fala. Todo o processo de deixar de amar – se é que isso é possível, afinal eu acredito que o amor, quando é amor de verdade no máximo se transforma sem nunca deixar de existir – é complicado, doloroso e às vezes repleto de recaídas.
Quem é que depois de um tempo, depois de bater no peito e dizer que estava bem nunca teve um momento de recaída? Motivado ou não por uma lembrança idiota, uma música no rádio, uma frase conhecida? Pois é. Lembranças de relacionamentos passados são marcas difíceis de serem apagadas. Mas quem foi que disse que precisamos apagar as coisas boas? Hum? E mesmo em relação às coisas ruins eu acredito que não precisamos esquecer.
O processo de esquecer-se de alguém, ou partir para outra não é deixar de lembrar. O correcto é lembrar-se sem sentir dor. Poder ouvir aquela música sem ficar com os olhos brilhantes sem sentir aquela vontade louca de ligar só para ouvir um “oi…”
Não se sinta culpada se mesmo depois de algum tempo tem lá os seus momentos de fraqueza. Até porque ninguém aqui é ou precisa ser a Mulher Maravilha, muito menos ter nervos de aço. Somos todas humanas e o que nos faz diferentes é que aprendemos com os erros.
E esse é o lado bom das recaídas: parar, analisar e ver o porque caímos de novo em algo que não nos deixa seguir em frente…
É lógico que uma vez ou outra vamos achar-nos“a maior idiota do mundo” por ainda chorar por alguém que não está presente na nossa vida da maneira como gostaríamos. Mas não é porque crescemos que vamos deixar de errar, não é porque deixamos de ser adolescentes que não nos vamos magoar com sentimentos (ou a ausência deles).
A diferença é que nós aprendemos a lidar com certas coisas… E às vezes precisamos errar para aprender.
Um erro não deve ser tomado como algo mau, mas sim como uma aprendizagem…
Palavras de ordem não existem nos sentimentos. Apenas se deve fazer acontecer o que de melhor pudermos na vida. Eu dependo muito de mim mesma. E só! Não existe pessoa mais importante que eu no meu espelho, portanto, tento gostar de mim! Em qualquer situação.
Quem é que depois de um tempo, depois de bater no peito e dizer que estava bem nunca teve um momento de recaída? Motivado ou não por uma lembrança idiota, uma música no rádio, uma frase conhecida? Pois é. Lembranças de relacionamentos passados são marcas difíceis de serem apagadas. Mas quem foi que disse que precisamos apagar as coisas boas? Hum? E mesmo em relação às coisas ruins eu acredito que não precisamos esquecer.
O processo de esquecer-se de alguém, ou partir para outra não é deixar de lembrar. O correcto é lembrar-se sem sentir dor. Poder ouvir aquela música sem ficar com os olhos brilhantes sem sentir aquela vontade louca de ligar só para ouvir um “oi…”
Não se sinta culpada se mesmo depois de algum tempo tem lá os seus momentos de fraqueza. Até porque ninguém aqui é ou precisa ser a Mulher Maravilha, muito menos ter nervos de aço. Somos todas humanas e o que nos faz diferentes é que aprendemos com os erros.
E esse é o lado bom das recaídas: parar, analisar e ver o porque caímos de novo em algo que não nos deixa seguir em frente…
É lógico que uma vez ou outra vamos achar-nos“a maior idiota do mundo” por ainda chorar por alguém que não está presente na nossa vida da maneira como gostaríamos. Mas não é porque crescemos que vamos deixar de errar, não é porque deixamos de ser adolescentes que não nos vamos magoar com sentimentos (ou a ausência deles).
A diferença é que nós aprendemos a lidar com certas coisas… E às vezes precisamos errar para aprender.
Um erro não deve ser tomado como algo mau, mas sim como uma aprendizagem…
Palavras de ordem não existem nos sentimentos. Apenas se deve fazer acontecer o que de melhor pudermos na vida. Eu dependo muito de mim mesma. E só! Não existe pessoa mais importante que eu no meu espelho, portanto, tento gostar de mim! Em qualquer situação.
B
querida ano novo, vida nova ;)
ResponderEliminarGostei tanto das tuas palavras..
beijo
adorei teu post,
ResponderEliminarfeliz ano pra ti tb
beijos